Mês: janeiro 2013

As palavras estão em nosso caminho!

PENSE NISSO!

As palavras estão em nosso caminho! Onde os (…) homens colocaram uma palavra, acreditavam ter feito uma descoberta. Como era diferente, na verdade! Eles haviam tocado num problema e, supondo tê-lo resolvido, haviam criado um obstáculo para a solução. Agora, a cada conhecimento tropeçamos em palavras eternizadas, duras como pedras, e é mais fácil quebrarmos uma perna do que uma palavra. (Nietsche, Aurora, I, § 47 – citado em FAPEMIG – Estudos Filosóficos nº 08 – 2012: Física quântica, linguagem e critica à metafísica – Prof. Ms. Rafael Paes Henriques – UFRJ).

Deus é cosmos, ou natureza; não está além, ou longe. Entranhado no cosmo, a consciência é una com o mundo; tu és a consciência do mundo, és mundo Consciente! DEUS É NATUREZA. Pense nisso!

Panteísmo, misticismo e religiosidade. Régis Alain Barbier

Poesia para despertar Sophia

Poesia para despertar Sophia

Poemas inspirados em vivências filosóficas

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Libertação – Rabindranath Tagore

Libertação

Para mim, libertação não está na renúncia. Sinto o abraço da liberdade em milhares de enlaces do deleite.

Você sempre me serve a dose fresca do Teu vinho encorpado e aromático, enchendo esta taça terrena até a borda.

Com Sua chama, meu mundo acenderá centenas de velas diferentes e as depositará no altar de Seu templo.

Não, jamais fecharei as portas dos meus sentidos – os deleites da visão, do tato e da audição revelarão Seu deleite.

Sim, minhas ilusões arderão no regozijo iluminado e a maturidade de meus desejos dará os frutos do amor.

R. Tagore

1º Colóquio Internacional: PANTEÍSMO, PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS

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Panteísmo, Uma definição. Régis Alain Barbier (02)

PANTEÍSMO, uma definição. Régis Alain Barbier

DE HABILIS A SAPIENS – a anamnese de uma crise

DE HABILIS A SAPIENS – a anamnese de uma crise
1998 – 226 pag.

Um mito que desqualifica a natureza humana desqualifica a civilização.

Uma boa consciência de si, à luz de uma boa filosofia e de bons mitos gera um ordenamento e uma relação harmoniosa com a natureza, mas, uma consciência alterada, uma noção de alteridade que desqualifica de alguma forma a natureza própria leva a uma catástrofe civilizacional.

O livro demonstra como a consciência de si – como estrutura metafísica – é fundamental na geração de uma boa vida e civilização. Uma boa consciência de si, à luz de uma boa filosofia e de bons mitos gera um ordenamento e uma relação harmoniosa com a natureza, mas, uma consciência alterada, uma noção de alteridade que desqualifica de alguma forma a natureza própria leva a uma catástrofe civilizacional. Trata-se de um exame audacioso e heurístico dos destinos e desatinos humanos: uma humanidade hábil, não muito hábil, pode alçar-se à sapiência, escolhendo os seus mitos e visões. Autores como Jung, Gardner, Chommsky, Reich, Carl Sagan, Koestler, e tantos e tantos outros pensadores neo-paradigmáticos, auxiliam a esmerilhar proposições adequadas ao nosso “ressurgimento”. O livro é formalmente dividido em três partes entrelaçadas por forma e conteúdo:

  1. O Estado Atual, em que o autor focaliza e historia as crises ambiental, social, e individual;
  2. O Exame, em que examina a evolução, ressignifica Darwin, disseca a mente humana. Promove uma leitura aberta das teorias de Paul MacLean.
  3. Em A Cibernética, última parte, o Autor propõe, poeticamente, ao Homo Sapiens, “um voo na consciência à luz da razão.”

PANTEÍSMO A RELIGIOSIDADE DO PRESENTE

PAN

No eixo de perspectiva metafísica cosmo-existencial desconsiderado pelos culturalistas, inclusivo, brasileiros, consciência-existência configura um binômio unitário e paradoxal. A nova religiosidade há de demonstrar a faciosidade do conceito mor da civilização vigente, ‘a estraneidade do ‘eu’’, para permitir uma reinserção responsável na natureza humana ao seu meio no mais amplo sentido e significado.

Os diversos matizes de panteísmo divinizam a Natureza, retificando de imediato importantes divisões conceituais entre o sagrado e o mundo, a religião e a ciência, possibilitando o decorrente surgimento de três tendências: unificação, ou paz, pelo reconhecimento intuitivo e direto da unidade universal; ética, pela compreensão de que somos parte da Natureza, não a finalidade e propósito da criação; criatividade, pela absoluta e imediata identificação com o Universo criador…”. Na mitológica panteísta, a compreensão, extensa ao extremo, rende-se ao conhecimento fenomenológico, o princípio, arché, permanece ao alcance, em inserção, apreendido de imediato, contemplado e comungado nas relações e trocas, orientando o existente: a distinção justifica a criação sem dicotomizar, suscitando atos criativos, centrados e em harmonia com a Natureza, motivando um sentimento de inclusão e adequação. A nova religiosidade há de demonstrar a faciosidade do conceito mor da civilização vigente, ‘a estraneidade do ‘eu’’, para permitir uma reinserção responsável na natureza humana ao seu meio no mais amplo sentido e significado.

PANTEÍSMO A RELIGIOSIDADE DO PRESENTE – 2009 – 245 pag.

Café Filosófico – Antropologia e ciência existencial

Uma crítica ao método cientificista aplicado nas ciências humanas; especificamente, ao livro de Adam Kuper – A Reinvenção da Sociedade Primitiva – Transformação de um Mito. A postura neutral aplicada ao estudo do homem, de si mesmo, é dissociativa, logo sustenta o paradigma magno do satus quo. O que parece neutral é, simplesmente, conservador e destituído de valores examinados, de acordo com critérios que fazem jus à natureza do Homo Sapiens, sapiens.

Entrevista do dia 09/02/2011 – Café Colombo – TV Universitária – Marcelo Sandes entrevistando Régis Alain Barbier
cafecolombo.com.br

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